Mãe cúmplice
Fernanda tem 34 anos e está em ótima forma física, pois malha todos os dias, e por isso, tem coxas grossas, bunda grande e redonda, silicone nos seios que chamam bastante a atenção de todos por onde passa. Ela é o que muitos chamam de mulher cavala, pois é grande, 1,82cm.
Faz pouco tempo que descobriu esse termo e achou um tanto engraçado e interessante. Ele teve seu filho aos 20 anos de idade e o criou sozinha, sem a participação do pai ou de familiares próximos. Com isso, mãe e filho, foram muito apegados um com o outro. Seu filho se chama Thiago, é branquinho, tem 1,63 de altura, magro, tem cabelos pretos, sem pelos no corpo, esta no segundo ano do ensino médio, e inteligente, tira boas notas na escola, porém é muito tímido mas nunca deu nenhum tipo de trabalho. É o seu orgulho.
Fernanda tenho uma grande amiga dona o salão de beleza que ele frequenta aos fins de semana quando arruma o cabelo, faz as unhas e demais tratamentos. Às vezes ela leva o filho para cortar o cabelo lá também em um horário junto com o dela sempre que possível para facilitar. Essa amiga tem algumas funcionárias e dentre elas a Stéfany e a July, que são duas travestis que trabalham no salão já faz um tempo. São simpáticas e divertidas, super femininas, quem não sabe não percebe. Desde que começaram a trabalhar lá, deram mais vida ao salão. Além de terem aquele corpão de dar inveja a muitas mulheres, são bem bonitas e simpáticas também, conquistaram a todos em pouco tempo.
Certa vez, Fernanda precisou marcar para o Thiago, seu filho, cortar o cabelo, porém o horário para aquele dia seria o último, praticamente quando o salão fecha. Ele o deixou lá no horário marcado e disse para a amiga que precisava resolver um assunto importante e que só voltaria por volta de 2h depois para buscá-lo e perguntou se haveria algum problema. Ela disse que não teria problema algum e que as meninas fariam companhia para ele até que ela fosse buscá-lo, pois ela já tinha compromissos marcados também, caso contrário ele ficaria na casa dela com ela, o que já aconteceu algumas vezes. Disse que quem atenderia ele seria a Stéfany. Desse modo ela avisei para o filho que ligaria quando estivesse chegando e ainda avisou as meninas para cuidar bem dele, o que prontamente disseram:
- Pode deixar Fe, a gente vai cuidar direitinho desse bebê – disse a Stefany dando um apertão na bochecha dele e deram muitas risadas, o que o deixou com muita vergonha. Todas as meninas do salão sempre adoraram ele, pois o conhecem já há alguns anos.
Fernanda saiu para resolver seus assuntos e por sorte conseguiu fazer muito mais rápido que o previsto e acabou voltando muito antes do esperado. Como o corte masculino costuma demorar por volta de 30 minutos, concluiu que já teriam terminado e já poderiam ir para casa, então apenas estacionou o carro e foi entrando, sem ter ligado antes como havia combinado com ele, talvez esse tenha sido o seu erro e a partir daí as coisas começaram a mudar em suas vidas.
Assim que ela entrou, no salão, deixando a bolsa na recepção e se dirigiu aos fundos. O salão é em uma casa “antiga”, grande e são aproveitados todos os cômodos para o negócio, então há muitas salas para os cortes. Eu sabia que eles estavam em uma sala mais afastada, pois era lá que a Stéfany atendia seus clientes e para chegar lá o caminho era um pouco longo, tendo que passar por outras salas até chegar onde eles estavam. Ela foi indo em direção à sala e acabou ouvindo as vozes deles, porém sem entender do que se tratava a conversa, mas também acabou escutando alguns sons diferentes, o que a deixou intrigada. Conforme foi se aproximando começou a entender melhor o que eles falavam. Começou a andar um pouco mais devagar e parou na sala anterior e acabou ouvindo a seguinte conversa que fez seu coração acelerar:
- Hummmm, isso, gatinho safado, que boquinha gostosa essa a sua. Ta gostando de chupar esse pauzão, tá?
- Aham, hum, hum, hum, hum – era o que só se ouvia
- Isso, continua, chupa bem devagar, bem molhado, igual te mostramos, isso lambe tudo sua putinha safada, hummmmm, que delícia.
Fernanda ouviu aquilo tudo e seu coração começou a bater forte, parecia que iria sair pela boca. Ficou quente e seu corpo começou a tremer. Claramente ela identificou as vozes da Stéfany e da July, mas não conseguia ou não queria acreditar que elas estavam falando com quem ela imaginava, então decidiu olhar.
A sala onde ela estava era uma sala anterior a deles e estava com as luzes apagadas, então ficou um pouco mais longe, escondida atrás de um móvel para que eles não conseguissem vê-la e muito devagar espiou. De onde estava conseguia enxergar uma das cadeiras de corte de cabelo e o sofá de espera, que as clientes usam para aguardar mais confortável algum procedimento. Não enxergava o espelho então ninguém conseguiria vê-la.
Ao espiar, viu a seguinte cena que a fez entrar em choque. As duas estavam nuas e em pé na frente do seu filho, que por sua vez também estava nu, mas sentado no sofá chupando os paus da Stéfany e da July. Ele revezava hora chupando uma, hora chupando a outra. Fazia exatamente como elas estavam falando para ele chupar, bem devagar. Ele de olhos fechados parecia estar gostando muito daquilo e elas em pé, deliciando cada momento e acariciando o corpo e a cabeça dele com as mãos.
Fernanda assistia sem acreditar que seu filho, naquela idade, estava fazendo aquilo e gostando. Primeiro imaginou que fosse algo forçado, mas sua expressão, respiração e principalmente as conversas as fizeram descartar essa possibilidade. Ela continuou ali vendo e escutando tudo e depois de um tempo mudaram de posição.
-Agora fica de quatro aqui no sofá gatinho, que eu vou dar um trato nessa sua bundinha gostosa antes de comer - disse a Stéfany -ele obedeceu e ficou de quatro enquanto a July sentava na sua frente de pernas abertas e dizia para ele continuar chupando seu pau. Stéfany por sua vez ficou atrás dele e começou a chupar sua bunda.
-Isso amiga, deixa esse cuzinho bem molhado. Tá gostando bebê de sentir uma língua gostosa no cuzinho? Diz pra tia, diz, meu putinho totosinho.
- Hum, hum, tô gostando sim, tia, hum hum – ele respondeu em meio aos gemidos de prazer e as chupadas que dava no pau da July.
Nesse tempo, Fernanda pode reparar no tamanho dos paus da Stéfany e da July e eram paus grandes. O que a deixou curiosa em saber como ele estava conseguindo chupar as duas e ainda aguentar o que estava por vir. Stéfany estava com o rosto enfiado no meio da bunda do Thi, chupando e lambendo-o com gosto.
-Nossa que cuzinho gostoso! Já está bem molhado - disse Stefany já se levantando e aproximando seu pau na bunda do garoto. Começou a esfregar e a pincelar bem no meio da bunda dele e o provocava perguntando:
- Quer que eu te como, bebê? Em? Responde pra mim, quer? - já ofegante pela situação, e pela excitação de tudo aquilo também, ele respondeu.
- Aaah, quero.
- Vai dar pra mim igual uma putinha, vai?.
- Hum, eu vou sim.
- Então pede pra eu te comer, pede – a outra menina, a July também provocou o Thiafo
-Isso bebê, pede pra ela te comer, pede. Ela só vai te comer se você pedir igual uma putinha, pede -e entre seus gemidos e respiração ofegante Fernanda ouvi o filho amado e querido dizendo:
- Aaaah, me come tia, por favor, me come! Enfia esse pauzão no meu cuzinho virgem. Me arromba gostoso, vai.
Fernanda, não acreditava no que estava ouvido. Ela escutou as provocações das duas e as respostas do filho e não acreditava em suas palavras, principalmente pelo fato de já estar pedindo, praticamente implorando para ser comido. Ela ouvia claramente sua respiração ofegante e seus gemidos às vezes abafados pelo pau da July. Em seguida viu a Stéfany direcionar seu pau em direção a bunda do seu filho e começar a enfiar devagar nele, que gemia em uma mistura de dor e prazer.
- Ai ai ah ah ah ai ai ah ah ah ah
- Relaxa gatinho, fica bem relaxado que você vai gostar – orientava a July enquanto segurava sua cabeça com as mãos olhando em seus olhos. Enquanto isso, Stéfany continuava a empurrar seu pau até ele sumir completamente na bunda do filho da Fernanda que assistia a tudo escondida.
- Hummm, que cuzinho apertado, que delíciaaaaaa! - ela ficou parada um tempo enquanto o rapazinho simplesmente se entregava. Nitidamente seus braços tremiam com o prazer das sensações que estava sentindo. Ambas se olhavam e sorriam, também não acreditando no que estava acontecendo. Elas acariciavam o rapaz para que ele relaxasse e Fernanda via que o Thiago estava totalmente entregue. Stéfany começou a mexer o seu quadril devagar fazendo seu pau começar a sair e a entrar na bunda do filho da Fernanda que começava a gemer de prazer:
- Ah ah, ah, ah, ah, ah, ah, ah, hum, hum, hum, hum, hum, hum, deliciaaaa, uiiiiiii.
- Isso gatinho, dá gostoso pra ela, dá - disse a July pegando uma das mãos do garoto e colocando em seu pau para que ele segurasse e depois direcionou sua cabeça para que ele a chupasse enquanto era comido pela Stéfany.
- Isso chupa meu pau sua putinha safada, lambe tudo, deixa bem molhado pra eu te comer depois tá? – ela dizia enquanto Fernanda olhava tudo aquilo impressionada e sem acreditar no que via. Seu próprio filho sendo comigo por uma amiga dela e chupando o pau de outra. Obedecendo a tudo o que elas pediam e gostando de tudo aquilo. E a cena a seguir foi ainda mais impressionante.
Stéfany começou a aumentar as estocadas na bunda do Thi, já comia ele mais rápido, segurando seu quadril com as mãos e socava forte seu pau na bunda dele. E Fernanda ouvia o barulho do quadril da Stéfany batendo na bunda do Thi. Em pouco tempo dessa forma seu filho começou a gemer mais alto e mais forte:
- AH, AH, AH, AH, AH., HUM, HUM, HUM, HUM, HUM, HUM, HUM. AI, AI, AI, AI, AI, AI AI, AI, AI. HUM, HUM, HUM, HUM, HUM, HUM, AAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH” - ele estava gozando! De onde Fernand estava conseguiu ver os jatos que ele lançou enquanto gozava sendo comido e sem ao menos tocar no próprio pau.
- Isso, goza sua putinha! Goza nesse pausão!!! - dizia a July rindo e dizendo a bunda dele era uma delícia - quem disse isso foi a Stéfany, socando com mais gosto e com mais força - Goza no meu pau seu safado. Issoooo, gozaaaa, gostoso.
Fernanda via seu filho gozando intensamente e praticamente perdeu as forças e caiu de cara no sofá quando terminou de gozar. Ele estava totalmente acabado. July percebeu isso e pediu para Stéfany deixa-la comer ele um pouco, antes que ele não aguentasse mais, o que ela concordou um pouco a contra a gosto, pois disse que queria aproveitar mais.
Ela o virou, colocando-o na posição de frango assado e direcionou seu pau na bunda dele e empurrou, como ele já havia sido alargado pelo pau da Stéfany, não viu dificuldade de enfiá-lo completamente na bunda dele, fazendo ele gemer muito.
- Aaaahhhhhh, hum, hum, hum ai, ai, aaaaahhhhhhh - o Thiago apenas gemia, não tinha forças para mais nada. Enquanto isso, Stéfany enfiava seu pau na boca dele para ser chupada novamente, enquanto a July começou a se mexer rápido, enfiando fundo seu pau na bunda do garoto.
-Nossa, que cuzinho é esse, eu não vou aguentar desse jeito, é uma delícia - ela dizia isso e continuava metendo sem parar. Stéfany se masturbava enquanto enfiava a cabeça do seu pau na boca do rapaz e dizia para July.
- Eu não disse. Foi difícil segurar. Goza nele que eu vou encher essa boquinha de porra. Tô morrendo de tesão – o rapaz apenas tinha seus gemidos abafados pelo pau da Stéfany em sua boca.
E Fernanda, a mãe do Thiago, assistia tudo de onde estava ainda sem acreditar no que via. Ouvindo as palavras que diziam, os gemidos que emitiam e os barulhos do pau sendo socado na bunda do seu filho, percebeu que novamente ele estava de pau duro e isso também chamou a atenção da July que começou a masturbá-lo enquanto o comia, dizendo:
- Você é um safado. Deixou a gente cheia de tesão - após algum tempo nessa posição, os três começaram a gozar praticamente juntos.
- Eu vou gozar. Ah, eu vou gozar! Vou gozaaaaaaarrrrrrr -disse a July socando cada vez mais rápido seu pau na bunda do Thiago, que assim que sentiu as gozadas dela também começou a gozar.
- Aaaaaahhhhhhh aaaaahhhhhh aaaaahhhhhh aaaaaahhhhhh - enquanto isso Stéfany se masturbava loucamente e vendo a cena disse:
- Vou gozar, bebê. Vou gozaaaaar! Abre a boquinha pra mim, abre. Toma meu leitinho, toma! Aaaaaaaahhhhhhhhh.
E Fernanda via os jatos de porra saindo do pau da Stéfany, lambuzando o rosto e enchendo a boca do seu filho. Também viu novamente seus jatos de porra enquanto gozava sendo comido pela July, que exausta, também havia gozado dentro da bunda dele. E assim Fernanda começou a ouvir a respiração dos três. Todos ofegantes pela gozada intensa que tiveram juntos. Cada um mais exausto que o outro, simplesmente se jogaram no sofá como podiam tentando recuperar o fôlego.
Do lado de fora, Fernanda também estava tentando recuperar o fôlego diante de tudo o que via. Ainda não acreditava que presenciou tudo aquilo. Ficou ainda um tempo olhando-os exaustos pelo prazer que tiveram, até que começaram a conversar novamente.
- Meu Deus, o que foi isso! Nossa, que gozada! - disse a July ainda bastante ofegante.
- Fazia tempo que eu não fazia uma putaria gostosa dessa – disse a Stéfany acariciando o garoto, espalhando a porra dela pela boca dele e depois a porra dele pelo seu corpo - e você menino, gostou? - ela perguntou. Thiago ainda sem ter recuperado o fôlego e de olhos fechados respondeu apenas.
- Aham – nada mau para sua primeira vez, né?! - disse July e as duas riram olhando uma para a outra com um sorriso bem sacana.
Ao ouvir isso, algumas coisas começaram a fazer sentido na cabeça da Fernanda, mas preferiu continuar observando e escutando as brincadeiras que faziam até que a Stéfany lembrou que logo ela estaria lá para buscá-lo. Então começaram a se arrumar e Fernanda, por sua vez, saiu de lá sem ser notada por eles, voltando para o carro.
Chegando no carro, ficou lá sem saber o que pensar daquilo tudo. Por um breve momento uma lágrima caiu dos olhos, mas logo esse sentimento passou. Começou a sentir algo muito estranho, e não sabia explicar exatamente o que era, pois estava muito confusa com tudo aquilo que presenciou e viu o filho fazendo de livre e espontânea vontade (mesmo que ainda não estivesse totalmente convencida daquilo). Se lembrou das suas experiências quando tinha a idade dele, que não foram nada comuns. Essas lembranças começaram a lhe acalmar um pouco, mas levou um bom tempo para processar aquilo tudo.
Ainda estava processando tudo aquilo na cabeça quando o telefone tocou, era o Thi perguntando se ela ainda iria demorar – ela disse que chegaria em dois minutos e desligou. Se olhou no espelho e nada parecia denunciar algo, outro engano seu.
Chegou novamente ao salão e os três já estavam na recepção esperando. Disse “oi” às meninas e agradeceu por terem cuidado do seu filho enquanto resolvia seus assuntos. Elas disseram que não foi nada demais e que ele se comportou bem.
No carro, Fernanda, reparou que seu filho estava diferente. Perguntou se ele estava bem e ele disse que sim, com um sorriso no rosto que não conseguia esconder. O que de certa forma a deixou feliz, pois quer vê-lo sorrindo sempre. Pouco tempo depois chegaram em casa e lá seguiram a rotina normalmente, como se nada tivesse acontecido. Se deitamos no sofá para assistir um filme e depois de um tempo ele adormeceu. Quando foi acordá-lo para que ele fosse para o quarto, novamente viu a felicidade estampada no seu rosto e em seu sono tranquilo. Sorriu e em seguida o levou para a cama. Deu-lhe um beijo de boa noite e seguiu para o seu quarto para dormir.